You can have peace. Or you can have freedom. Don't ever count on having both at once.

[FP] Gustaff Kauffman Bültz

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[FP] Gustaff Kauffman Bültz

Mensagem por Nikolai Björn Czarevich em Seg 4 Jan - 3:28:42

Gustaff Bültz

18 anos. Caladmiran. Plebeus. Prostitute

nome completo

Gustaff Kauffman Piérre Bültz

nascimento

06/05/959

reino

Caladmiron

grupo

Plebe

cargo

Servo

habilidade

Farmácia

Os gemidos de Morgana ecoavam pela taberna. As risadas ecoavam pelo recinto e uma enorme fila se fazia ao lado da mulher que estava sendo estuprada. A noite se passou e a fêmea sentiu a genitália de cada rapaz que já havia abandonado o local. E é assim que acaba grávida. Ana escapou do local em que estava presa e afastou-se o máximo possível. Com o passar do tempo, acabou se cansando. A esperança esvaía de sua alma, até que um dia, chegou em Caladmiron. Estava suja e completamente exausta, o que acabou prejudicando a sua aparência.

Enquanto caminhava, podia sentir os olhares de repulsa. Sabia muito bem que não teria uma vida digna naquele local, todavia, já estava abatida. Ficou semanas e semanas andando pelas ruas do reino, completamente perdida. Acabou dando de cara com Bartholomeu Liechtenstein, com quem teve um breve caso. Foi acolhida pelo indivíduo e teve uma vida tranquila até que tivesse dado à luz. Teve que escolher entre o seu amante e o seu filho. Sua decisão foi tomada rapidamente, afinal, sua mente estava abalada pela pobreza na qual estivera imersa antes de chegar ao reino.

A criança foi colocada na porta de uma família pobre e acabou crescendo nesse lugar. A dona do local – e matriarca – se chamava Evelyn Kauffman Bültz. A senhora era mãe de três garotas (Nadia, Lyssa e Tris) e uma solteirona que andava entre os rapazes da nobreza. Todos os seres que adentravam a casa da cafetona, acabavam caminhando numa direção repleta de impurezas e pecados carnais: iam para o mundo da prostituição. O recém-nascido adquiriu o sobrenome de sua patroa e acabou sendo chamado de Gustaff por causa do marido morto de Eve.

No início de sua vida, aprendeu a amar todas as coisas e todos os indivíduos. Sua mãe adotiva lhe mostrava que as coisas e os seres humanos tinham algo para dar em troca. Os nobres davam dinheiro, os plebes davam prazer – apesar de não ter trocar financeira. Enquanto Evelyn chamava homens para o seu quarto, o pequeno Gustaff ficava assistindo as cenas de sexo. Os gemidos, os arranhões, os gritos... Ah, cada detalhe transpassou – e ainda transpassa – sua mente. Claro que não ficava exposto no quarto, mas arranjava outro jeito para que pudesse ver a transa. Escondia atrás das cortinas ou de qualquer lugar, e então, observava tudo. Pensamentos estranhos surgiam em sua mente: queria sentir outra pessoa tocando o seu corpo.

Gus foi crescendo e se tornando um belo rapaz. O corpo ia sendo modelado – claro que não teve o famoso “tanquinho”, mas sua barriga ia adquirindo gominhos que ainda estavam em desenvolvimento – de forma lenta. Os olhos azuis e o sorriso encantador acabou chamando a atenção de sua mãe adotiva. A chance de aumentar a sua clientela estava perante aos seus olhos, afinal, esperava que o mesmo pudesse encantar as mulheres do feudo.

A cafetona procurou conversar com o adolescente, e então, ameaçou o mesmo repentinamente: caso Gustaff não se prostituísse, teria que ser expulso de casa. Qual foi a desculpa de Evelyn? “Não estou aqui para encher a sua boquinha de comida. Se quiser sobreviver, tem que trabalhar.” Ainda conseguia – na verdade, ainda consegue – se lembrar das palavras da mulher velha. O nervosismo corroeu a alma do jovem e então, ele escolheu a segunda opção. Acabou sendo expulso de seu antigo lar e acabou indo morar nas ruas.

Passou pelo mesmo processo que sua mãe adotiva, todavia, não acabou dando de cara com um homem rico. Um comerciante idoso viu o pequeno ser andando pelas ruas, e então, decidiu levá-lo para casa. O rapaz se chamava Theodore e era banhado num pensamento repleto de interesses. O adulto via o pubescente como um futuro aprendiz, o que acabaria servindo para aumentar a venenos e antídotos. Assim foi feito. Gus aprendeu muitas coisas com o idoso, contudo, não sabia como a relação entre ambos era vista pelo velhinho de cabelos brancos.

Os anos se passaram e Theodore teve a vida ceifada por causa da velhice. O aprendiz do mesmo entrou em pânico depois da situação. O que iria fazer? Seus conhecimentos não eram suficientes para que pudesse criar poções. O jovem foi parar no meio da pobreza novamente. O dinheiro do seu mestre havia ido para o banco da realeza. – NÃO! – Gritava todas as noites e ficava a madrugada inteiro acordado.

A fome bateu em sua porta e a casa de Theo foi tomada pelos guardas da nobreza, e por causa disso, foi parar na rua. Era um mendigo – novamente – e sabia que não seria salvo dessa vez. A sujeira impregnava o seu corpo com o passar do dia, até que sua vida mudou repentinamente. Era uma madrugada fria e completamente calada. Seus passos eram desajeitados e lentos. As olheiras profundas pareciam marcas de soco. – Quanto é o seu programa? – Uma voz máscula o chamou. Virou o seu corpo e deu de cara com uma belo adulto. – Como? – Semicerrou os seus olhos, focando sua visão no desconhecido. – Quanto você cobra? Você é surdo? – O rapaz revirou os olhos. – Porém, quero um desconto. Você está sujo até demais. – Ergueu uma das sobrancelhas e encarou o pequeno moreno de olhos claros.

A mente do mendigo disparou rapidamente e um sorriso fraco escapou da sua boca. Era ali que tinha a chance de crescer, a oportunidade de sair da miséria. – Dez pratas. – Gustaff falou num tom alto, porém meio rouco. Seus olhos se encheram de lágrimas. Para que pudesse sobreviver, sabia que teria que encarar um terreno desconhecido. – Quero por sete. – O cavaleiro sorriu de forma travessa. – Feito. – O adolescente disse de forma rápida e desesperada. – Feito. Quando podemos... ? – Engoliu em seco e encarou o moreno. – Agora. – Os olhos do rico fitaram o pequeno. Era visível ver a sede de sexo nos olhos do desconhecido. O universo do sexo fora descoberto rapidamente pelo pequeno ser.

Com o passar do tempo, acabou conseguindo o cargo de servo dentro do castelo, e eis então que aumentara a sua clientela. Apesar de sempre dar prazer aos seres que estavam ao seu redor, o dinheiro nunca foi suficiente para a sua sobrevivência, o que lhe fez pensar em algo. Para que pudesse esconder as relações sexuais, pedia preços altíssimos, o que acabou afastando vários clientes. Independente disso, algumas pessoas continuaram pedindo os seus favores. Nem um ser desconfiaria do seu lado impuro, sabia esconder isso com perfeição. Era apenas um servo inocente durante o dia e a noite, todavia, transformava-se num ser indecente e imundo durante a madrugada.

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Re: [FP] Gustaff Kauffman Bültz

Mensagem por The Crown em Seg 4 Jan - 10:51:48

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